sexta-feira, 27 de novembro de 2020
quinta-feira, 26 de novembro de 2020
quarta-feira, 25 de novembro de 2020
segunda-feira, 23 de novembro de 2020
sábado, 21 de novembro de 2020
sexta-feira, 20 de novembro de 2020
quinta-feira, 19 de novembro de 2020
quarta-feira, 18 de novembro de 2020
sexta-feira, 13 de novembro de 2020
quinta-feira, 12 de novembro de 2020
quarta-feira, 11 de novembro de 2020
terça-feira, 10 de novembro de 2020
segunda-feira, 9 de novembro de 2020
domingo, 8 de novembro de 2020
sábado, 7 de novembro de 2020
sexta-feira, 6 de novembro de 2020
quinta-feira, 5 de novembro de 2020
quarta-feira, 4 de novembro de 2020
terça-feira, 3 de novembro de 2020
segunda-feira, 2 de novembro de 2020
domingo, 1 de novembro de 2020
sábado, 31 de outubro de 2020
sexta-feira, 30 de outubro de 2020
Sabotadores destruindo a mente das crianças autistas
Ensaio-2020-10-29-Sabotadores destruindo a mente das
crianças autistas
Manchete de hoje em uma revista nacional: Menina autista de
9 anos algemada pela polícia durante crise em escola na Austrália. A menina, segundo
a mãe, tem diagnóstico de TEA, TDO, Síndr. de Tourette e TDAH. O que está
havendo em nosso mundo?
Olá amigos,
Analisem uma situação:
Você acaba de descobrir uma forma super prática e rápida de
retirar a rolha de uma garrafa de vinho, usando um isqueiro.
Antes você usava os célebres “saca-rolhas”, alguns deles
demandando algum esforço para isso.
Mais tarde, em uma conversa entre amigos, você conta a
descoberta, para que todos aprendam essa facilidade.
Pois é!
Muitos entendem, experimentam e passam a usufruir desse novo
conhecimento, facilitando essa prática.
Um dos amigos, entretanto, imediatamente reclama:
“Isso, na teoria, é ótimo! Mas na prática não funciona! Onde
vou encontrar isqueiro, se não fumo? E se a garrafa que eu comprar, a rolha não
sair?”
Pois é, de novo!
Isso se chama “SABOTAGEM”, mas ele não está sabotando a nós,
mas também a ele mesmo que, mesmo tendo tomado conhecimento de que existe um
método muito simples de realizar a mesma tarefa, mas sem qualquer tipo de
esforço, e com muito mais eficácia, prefere se manter acomodado a abrir suas
garrafas de vinho com o saca-rolhas antigo, aquele que precisa de muita força,
para arrancar a rolha da garrafa.
Vamos, agora, levar essa SABOTAGEM para a criança com TEA.
É a sabotagem no entendimento e acompanhamento da criança
como TEA, com TDAH, com TDO, ou qualquer outra síndrome ou transtorno, e que
apresenta muitos momentos de agressividade, irritabilidade e inquietação.
Há, hoje, uma infinidade de estudos, à disposição de quem
deseja se atualizar, sobre esses sintomas.
Não estamos nos referindo a crianças com patologias
psiquiátricas. Estamos nos referindo a crianças com TEA, TDAH, TDO etc.
Essas centenas de estudos, já publicados, mostram que existe
uma inflamação cerebral, provocada pela chegada, ao cérebro, pela corrente
sanguínea, de proteínas que não deveriam estar ali.
Esses mesmos estudos mostram que essas proteínas passaram
para a corrente sanguínea devido a permeabilidade das paredes do intestino,
permeabilidade essa provocada por uma coisa chamada DISBIOSE intestinal.
E essa DISBIOSE, então, se tratada corretamente, reduzirá o
envio dessas proteínas para o cérebro, reduzirá a inflamação cerebral e,
certamente reduzirá os sintomas de agressividade, irritabilidade, inquietação e
todos os demais, podendo até eliminá-los completamente, em alguns casos.
Para tratar essa disbiose precisamos, apenas, de um exame
clínico completo na criança, para verificar a possibilidade de comorbidades
paralelas, como problemas de tireoide, por exemplo, e mais:
Microbiologia de fezes, para eliminar os parasitas que,
normalmente, infestam essas crianças;
Exame de ácidos orgânicos urinários, para analisar a
necessidade de tratamento;
Exame de intolerância alimentar (IgG Food Map) para que o
nutricionista possa preparar a dieta adequada e eliminar o que não é tolerado
para essa criança.
Pronto!
Ao falarmos isso, muita gente que tem filho com alguns
desses sintomas, ficam super agradecidos e iniciam, imediatamente, a busca pelo
acompanhamento correto do seu filho.
Aí vão procurar profissionais que estejam estudando sobre o
assunto, como a Nutricionista Anne Karoline Brito, a nutricionista Cláudia
Marcelino, o Dr. Aderbal Sabrá, a Dra. Tielle Machado, a Dra. Consolação
Oliveira, a Dra. Murielle Urzeda, a Dra. Patrícia Gardenal Epiphani e muitos
outros.
Mas sempre tem o SABOTADOR DE SI MESMO que, mesmo tendo um
filho autista, diz:
“Vocês não sabem o que é ter um filho agressivo!”. “Falar é
fácil! Ficam dizendo para tirar glúten, leite e tudo o mais, mas como, se ele
não come nada, quebra tudo, se irrita o tempo todo?” “Só mesmo com muita
Risperidona, que, aliás nem faz mais efeito nele, agora o médico já passou para
Aripiprazol.” “Hoje ele já está tomando cinco medicamentos controlados” “E nem
assim dá jeito!” “Eu mesmo, para dormir, já estou aumentando a dosagem de
Rivotril e minha mulher também!”
Bem, amigos, nesse caso, esse pai procurou, e encontrou, o
profissional errado, para tratar o filho e para orientá-los.
Enquanto não mudar de médico, nunca saberá que seu filho
poderia já estar reduzindo todos esses sintomas e se tronando uma criança igual
a todas as demais, ou pelo menos, com muito menos desses sintomas que impede a
sua socialização e o seu desenvolvimento.
Mas, a partir do momento em que a informação chega, cada um
decide o que fazer com ela.
Uns a experimentam, buscando os profissionais competentes
para isso.
Outros se acomodam ao sofrimento diário, se enchem de
medicamentos e, breve, estarão todos em desespero existencial irreversível!
Essa é uma das formas de SABOTAGEM, mais negativas, já que
interfere diretamente na vida dessas crianças.
Essas mesmas sabotagens nós vamos encontrar na educação,
principalmente em nosso país, onde ela chegou ao ponto de podermos mostrar, ao
mundo, que nós conseguimos a façanha de sermos, durante os últimos vinte anos,
o pior país do mundo em aprendizagem!
Breve falaremos dessa também...
Amigos!
Isso é coisa séria, porque significa resgatar a autonomia e
a felicidade de seu próprio filho, em vez de mantê-lo apático, com contenção
química permanente, tendo suas possibilidades de desenvolvimento, todas jogadas
no lixo. E isso tudo com acompanhamento de profissional que se acha competente...
E as crianças sendo destruídas aos poucos...
Por isso eu peço que compartilhem esse vídeo com seus amigos
e conhecidos, mesmo que não tenham autistas na família. Sempre poderemos estar
ajudando a mais alguém.
Inscrevam-se em nosso canal, mas eu não peço só para se
inscrever, mas para divulgar, para podermos ter o alcance necessário que nos permita
salvar mais crianças dessa exclusão social.
E, também, deem o seu LIKE, para que o próprio youtube possa
recomendar o canal.
Deixem seus comentários porque lerei todos eles assim que terminarmos.
Responderei na próxima LIVE.
Recebam todos um forte abraço.
quarta-feira, 28 de outubro de 2020
terça-feira, 27 de outubro de 2020
domingo, 25 de outubro de 2020
IUPE-Estudos de caso-Aluno de inclusão em aula remota
IUPE-Estudos de caso-Aluno de inclusão em aula remota
Olá, amigos,
Vamos conversar um pouco sobre as nossas dificuldades
práticas: tanto na nossa função de pais, responsáveis pela educação doméstica e
formação do caráter e personalidade dos nossos filhos; como na nossa função de terapeutas,
responsáveis pelo entendimento e orientação da família toda, pais e filhos,
para que consigam estabelecer um equilíbrio emocional saudável; como na função de professores, para desenvolver essa
criança ou esse adolescente de forma a que venha a ser autônomo e feliz em sua
vida futura.
Durante todo esse período em que temos conversado por meio
de encontros, palestras, cursos, vídeos e lives, tenho recebido retorno sobre
todas essas dificuldades, de muitos de vocês.
Analisando tudo isso, percebi que o que mais inquieta a muitos
é o estresse e a consequente perda de rumo, para colocar em prática os
ensinamentos que aprendeu, tanto com sua experiência de vida, como com o estudo
teórico.
Muitos dizem que, em alguns casos, perde o controle, não
consegue raciocinar, se atrapalha nas decisões, e tudo o mais, algumas vezes
devido ao medo de não dar conta desses desafios e, por isso, acabar se achando
incompetente.
Por causa disso vamos dar início a um processo prático, um
pouco de cada vez, analisando casos específicos, de preferência os mais
complicados, para que os exemplos nos ajudem a entender os desafios que
enfrentamos todos os dias.
Para que esses estudos de caso surtam efeito de verdade,
precisamos, antes de tudo, exercitar a humildade, para poder tirar o máimo
proveito possível dos relatos.
Vamos eliminar os pensamentos sabotadores, do tipo: “Já
tentei isso e não deu certo”; “Isso, na teoria é lindo, mas na prática não funciona”;
“Isso só dá certo na sua escola. Você não conhece os meus alunos”; e outras
declarações pessimistas e destruidoras como essas, por parte de quem se
acomodou ao sofrimento e que parece estar convencida de que nada mais tem
jeito.
A partir de agora, então, selecionaremos cada um dos casos
que recebemos diariamente, e faremos a análise prática, com base nos casos que
temos acompanhado e, também, com base nos relatos de outros educadores,
terapeutas e pais (a maioria envolvida em grupos de apoio a crianças com
dificuldades de aprendizagem, autistas, deficientes etc.).
Caso de hoje:
Aluno de inclusão escolar em regime de quarentena
Sabemos que a maioria das escolas ainda não se adaptou, corretamente,
às determinações oficiais de Educação Inclusiva, cujas diretrizes gerais estão
na Lei Brasileira de Inclusão (Lei 13.146/2015).
Com isso sabemos que o atendimento desse aluno pode, também,
não estar sendo cumprido corretamente, mesmo na modalidade presencial.
Na modalidade remota, então, isso fica mais difícil ainda,
mas nada é impossível.
Nesse caso, o de crianças e adolescentes com algum tipo de deficiência,
nossa obrigação moral aumenta muito, já que a dificuldade de se relacionar com
a aprendizagem pode prejudicar, ainda mais, o seu desenvolvimento intelectual e
desestruturar, tanto o aluno como a sua família, emocionalmente.
Nossa primeira análise é:
Qual o nosso objetivo em relação a esse aluno?
Opção 1) Fazer com que ele alcance o mesmo nível de seus
colegas de classe;
Opção 2) Exigir que ele faça todas as atividades que estão no
conteúdo da disciplina;
Opção 3) Prepará-lo para ter notas suficientes nas provas de
final de unidade para poder “passar de ano”;
Opção 4) Deixar ele livre, em casa, sem fazer nada, para
relaxar durante a pandemia;
Opção 5) Despertar o seu interesse pelo estudo da matéria,
mesmo que, para isso, o conteúdo seja adaptado ao seu verdadeiro nível de
entendimento.
Se a opção foi qualquer uma das quatro primeiras, melhor a
gente procurar outra profissão, já que como professor, prejudicaremos o aluno
em vez de desenvolvê-lo.
Se a opção foi a 5), temos que:
Nos transformar, de professor, para marketeiro;
Procurar saber com os colegas dele e com a família, quais
são os seus maiores interesses;
Procurar fazer uma ligação entre esse interesse e o tema que
seus colegas estão estudando;
Preparar algum tipo de trabalho ou pesquisa ou atividade ou
questionário com essa ligação entre interesse e tema a aprender;
Criar verdadeiras estratégias de marketing para apresentar
essa tarefa ao aluno, para que ele se sinta empolgado em realizá-la.
Todo esse processo deve ser mostrado aos pais, para que
esses possam colaborar com o seu sucesso.
O professor deverá (em Assembleia de Classe virtual) solicitar
aos colegas mais preparados, que conversem com o colega incluído sobre o
assunto da aula, mas sempre no nível de entendimento dele.
O que conseguiremos com isso?
O aluno vai ter alguma noção do mesmo tema que todos os seus
colegas “típicos” estão estudando;
O aluno, com isso, se sentirá incluído, mesmo de forma
virtual, já que poderá conversar sobre o assunto, com seus colegas, pelos
grupos de whatsapp;
Haverá, certamente, elevação da autoestima desse aluno, o
que contribuirá, decisivamente, para a redução de seus sintomas.
Para que nossos relatos e análises atendam ao maior número
possível de pessoas, peço que compartilhem esse vídeo com todos os seus amigos,
e, claro, inscrevam-se no nosso canal, deem o seu LIKE, e ativem o sininho de
notificação.
Todos esses nossos vídeos estarão na nossa PLAYLIST “IUPE-Estudos
de Caso”.
Nosso próximo Curso de Formação será nos dias 17, 18 e 19 de
novembro, terça-quarta-quinta, das 19 às 21:30 horas, com 10 h/a de
certificação.
O tema será:
Metodologia educacional híbrida e inclusiva
Aguardo todos vocês!
Um forte abraço!
sábado, 24 de outubro de 2020
sexta-feira, 23 de outubro de 2020
domingo, 18 de outubro de 2020
O sentido da vida (de Jean-Paul Bournet para sua sobrinha Kátia)
Você me pergunta sobre o sentido da vida, Kátia.
Isso é bom, principalmente nessa sua idade, entrando na
adolescência.
Tudo começa na observação dos caminhos para o entendimento
de nosso eu interior.
Observação essa que precisa menos dos olhos abertos e mais
da imaginação.
Aquela imaginação cuja imensa capacidade todos nós tivemos, embora
ainda na mais tenra infância, mas que devemos nos esforçar para manter, por
toda a adolescência.
Aos poucos, logo após a adolescência, as duras realidades da
vida começam a nos ser apresentadas e, por causa delas, começamos a nos
desprender dessa maravilhosa fase da imaginação.
Quando crianças e adolescentes olhamos para a vida, ao nosso
redor, e a enfeitamos com uma criatividade que, na vida adulta, muitos procuram
por toda a parte, mas poucos conseguem encontrar!
Nossa visão de mundo, desde o nascimento, foi sendo
construída com uma mistura do real apresentado, com a fantasia incorporada em
nossas memórias.
Mas essa mistura era entendida como verdade, trazendo um entendimento
muito claro da vida.
Até os sonhos representavam a própria realidade vivenciada
dessa forma.
Na adolescência, essa integração entre o real e o fantasiado,
começa a incorporar novos sentidos para tudo e, principalmente para o amor.
As estradas e os desvios começam a ficar mais complexos e
mais confusos.
Algumas das suas amigas procurarão buscar a pressa no entendimento
e, naturalmente, escolherão caminhos, quase que automáticos e padronizados, para
sua adolescência e, claro, acabarão solidificando tal automatismo para toda a
vida.
Robotizarão suas satisfações e, assim, passarão a vegetar
alegremente, colecionando “alegrias temporárias” e, acreditando que isso se
chama felicidade.
Essas “passarão” pela vida, sem perceber que não viveram.
Para outras, como você, por exemplo, a evolução traz a curiosidade
no entendimento sobre si mesma, juntamente com a busca de um sentido para a vida.
Nessa fase, ainda adolescente, você consegue fazer evoluir a
fantasia infantil e incorporá-la aos seus próprios questionamentos de vida.
Por vezes você procurará fugir das respostas prontas para
tudo, oferecidas a você, da mesma forma como eram mostradas as sombras,
projetadas na parede da Caverna de Platão.
Essas sombras, que passarão a ser as únicas realidades daquelas
que se robotizaram, nada significará para você.
Seus questionamentos frequentes mostram que você busca mais
significados para o mesmo fato, o mesmo objeto, o mesmo sentimento e a mesma
emoção.
A sua busca está no caminho certo, já que seu foco são os
sentidos mais sublimes, as verdades mais escondidas, as emoções ainda não
percebidas, que constituem os significados maiores da própria sensação de felicidade.
Mas não os busque fora de você, porque toda essa essência
está muito bem guardada no interior de você mesma.
As suas buscas e as suas descobertas devem ser o resultado
de uma permanente garimpagem pelo interior de você mesma.
A cada momento surgirá mais um pouco dessa essência, que vai
se iluminar e se transformar em você mesma.
Cada célula de seu corpo passará a vibrar, como uma célula
de energia trazendo, para você, a sensação de satisfação, prazer e plenitude
que muitas pessoas não sabem sequer que existe.
Mas isso é só o começo!
Essa sensação, por maior que seja, não supera a que você sentirá,
nos momentos em que se perceber compartilhando essa essência com as pessoas que
você ama, conseguindo levar um pouco de felicidade para cada uma delas.
Esse, sim, é o verdadeiro sentido de sua vida, o sentimento
de poder compartilhar a estrada da felicidade!
terça-feira, 13 de outubro de 2020
terça-feira, 29 de setembro de 2020
sábado, 26 de setembro de 2020
sexta-feira, 25 de setembro de 2020
quinta-feira, 24 de setembro de 2020
quarta-feira, 23 de setembro de 2020
segunda-feira, 14 de setembro de 2020
domingo, 13 de setembro de 2020
sexta-feira, 11 de setembro de 2020
quinta-feira, 10 de setembro de 2020
sábado, 5 de setembro de 2020
sexta-feira, 4 de setembro de 2020
terça-feira, 1 de setembro de 2020
Como escapar da MATRIX manipuladora de mentes humanas
Forte abraço!
quarta-feira, 26 de agosto de 2020
Adaptação de conteúdo e sua importância para a educação
segunda-feira, 24 de agosto de 2020
Autista TDAH – Disléxico – Discalcúlico e a hipocrisia de uma inclusão...
Autista - TDAH – Disléxico – Discalcúlico e a hipocrisia de
uma inclusão mentirosa
Existe uma inclusão verdadeira, ou tudo não passa de pura
hipocrisia?
É, amigos! A criança nasceu.
Agradeceu por ter nascido, claro! Afinal, quantas são eliminadas
antes de terminar o período de gestação?
Mas, aos poucos, ela vai percebendo que existe algo que a
separa de todas as outras crianças.
Ela vê que as outras entendem coisas que ela não entende e,
aos poucos, a afastam até das brincadeiras em grupo, já que ela demora a
compreender as regras, as formas de agir e tudo o mais.
É, então, que ela sente, pela primeira vez, o peso de uma
discriminação e começa a pensar que nasceu no mundo errado! Ela se sente
diferente. Todas as outras se entendem. Só ela fica de lado!
É o início de uma violência simbólica, que algumas vezes se
transforma em violência real, quando a discriminação vem em forma de bullying!
Ela cria, sem sentir, uma crença limitante forte,
acreditando que é incapaz até mesmo daquilo que ela até poderia fazer!
Sua crença provoca uma verdadeira autossabotagem, que baixa
a sua autoestima a um ponto tal, que o mundo parece não ter mais sentido para
ela.
Ela percebe que as pessoas, à sua volta, em vez de ajudá-la
a identificar e vencer cada um desses obstáculos, apontam seus erros e
dificuldades, como se a culpa fosse dela, por ter aquele rótulo que ela nunca
pediu para ter!
Alguém a leva para a escola, dizendo que agora tudo vai
mudar. Afinal, é uma escola inclusiva, já que pela legislação atual, todas são
obrigadas a ser assim!
E ela penas: “Agora tudo vai mudar. Terei apoio. Aprenderei
como as outras! Vou poder ser alguém na vida!”
Entra na sala é percebe que seus colegas aprendem e se
desenvolvem. A professora apenas insiste em que ela faça o mesmo que seus
colegas, mas ela não entende o que deve ser feito! E fica “voando” na aula!
A professora é avisada que é uma criança de inclusão e que,
por isso, não precisa acompanhar o resto da turma. Basta deixara ela ali
quietinha e pronto.
E a professora se dedica aos outros, deixando-a com algum
brinquedo ou, talvez, com uma ajudante de sala...
Ah sim! Agora ela ganhou uma ajudante. Agora é que ela se
sente, definitivamente, diferente, excluída, inferior a todos os seus colegas,
uma estranha em uma sala “dos outros”, os que não têm as mesmas dificuldades
que ela tem!
E essa agonia a segue por toda a vida escolar, mas resta a
esperança de que, no próximo colégio, a ajudem em vez de a desiludirem.
No outro colégio, que disseram ser de inclusão, os
professores foram orientados a adaptar os conteúdos dos assuntos. Ela fica toda
contente!
Começa a aula de matemática! O professor entra em sala e
começa a ensinar raiz quadrada! Ela ainda está com algumas dificuldades em
contas de subtrair!
Mas o professor foi alertado de que ela é “de inclusão” e
que deve adaptar o conteúdo.
O professor, então, avisa a ela que ela pode levar quanto
tempo quiser para fazer a tarefa de classe. Ele até imprimiu os exercícios de
extrair raiz quadrada com números grandes, para ela conseguir entender...
Mas ela mal sabe somar!
Nas tarefas para casa, as mesmas contas, com letras maiores
que as de seus colegas, e ela nada entendendo daquilo.
No dia seguinte o professor olha sua tarefa e diz: “Vou
explicar de novo. Preste atenção!” E explica, novamente, como extrair da raiz
quadrada...
Ela precisava saber como subtrair...
Na prova o professor recebe a informação de que, como ela
tem “laudo médico”, ela não precisa tirar a mesma nota que seus colegas para
“passar de ano”. Basta dar um jeito de ela tirar nota três o quatro, que já
está bom.
E assim vai ela, de ano a ano, de escola para escola, “sendo
passada” todo final de ano, sem aprender absolutamente nada e, claro, se
convencendo de sua inferioridade intelectual, de sua incompetência, de sua
incapacidade de qualquer tipo de desenvolvimento.
Nos históricos escolares que recebe estão lá suas notas: a
maioria zero, mas, no espaço das observações, está escrito: APROVADA POR SER DE
INCLUSÃO...
E essa é a realidade pela qual passam, hoje, milhares de crianças com qualquer dificuldade
de aprendizagem, mesmo havendo algumas dezenas de documentos legais exigindo
uma cultura de educação inclusiva que, no papel, é maravilhosa, mas que, na
prática, está muito longe de ser respeitada!
Tudo errado!
Será que, como professores, daríamos o mesmo tratamento a um
filho nosso?
Tudo começa, exatamente, por aí!
Não faltam as leis! Não falta a capacidade criativa! Não
falta a capacidade de entendimento do outro! O que será que falta?
Primeiramente AMAR NOSSOS ALUNOS, como se fossem nossos
filhos! Eles dependem de nós.
Essa parte está bem clara na página 30 de nosso livro
“Afetividade na Educação”, quando eu disse que “(...) em relação ao aluno, o
educador deve, em primeiro lugar, conquistá-lo (...)”.
Essa conquista só ocorre por meio do amor! E esse amor eleva a sua autoestima,
quebrando, eliminando, aos poucos, todas aquelas crenças limitantes que foram
construídas.
Em seguida o educador deve estudar, com mais afinco, o que
significa uma AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA, e aplicá-la a todos eles, mesmo aqueles
considerados normais, para descobrirmos onde está o seu ponto de entendimento
na nossa matéria!
Outro livro nosso, o “Inclusão Responsável”, tem toda essa
parte nas páginas 38 até 48. Não tem mistério nenhum! Basta fazer!
Essa avaliação é importante, porque ninguém aprende a partir
do que não sabe, mas sim a partir daquilo que sabe!
Assim evitaremos ser chamados de IDIOTAS por Comenius, em
sua “DIDACTA MAGNA”, escrita no século XVII: “Age, idiotamente, aquele que quer
ensinar ao aluno, não aquilo que ele pode aprender, mas sim o que ele próprio
deseja!”
Sabendo seus pontos de entendimento e percebendo que há
grandes diferença entre os alunos, agora basta estudar qual é a mudança que terá
que ser feita na sua metodologia de aula.
Se a que você usa já permite dar atenção igual a todos,
mesmo em seus diferentes níveis. Ela está ótima!
Caso contrário, estude a nossa, que está nas páginas 138 a
142 do mesmo livro “Inclusão Responsável”.
E, agora, só falta adaptar os conteúdos de verdade!
Nesse mesmo livro tem a fórmula ideal para ser realizada
pelas editoras. Ela está nas páginas 166 a 169. Mas enquanto isso não vem, o
jeito é cada professor fazer a sua parte.
Amigos!
Essas crianças precisam de todos nós, e é por isso que
estamos insistindo em que vocês compartilhem tudo o que falamos e chamem mais
amigos para se juntarem a nós em nosso canal e em nossos minicursos de formação
continuada.
Quanto mais amigos tivermos nessa luta, maior será o número
de crianças salvas dessa exclusão. Uma exclusão que não é só escolar, mas
também social.
E o pior é que ela é causada, em grande parte, por falta de
interesse, falta de respeito pelo outro e falta de humanidade!
Nosso próximo minicurso será sobre “Formação da criança e do
adolescente”, começando antes do filho ser gerado e chegando até os seus 18
anos.
Esse será nos dias 8, 9 e 10 de setembro, terça, quarta e
quinta, sempre Das 19 às 21:30 horas, e com 10 horas/aulas de certificação.
Inscreva-se pelo nosso portal IUPE.NET/CURSOS ou mandando
WhatsApp para Erich, meu filho, no número (21) 97194-9922.
Peço que também se inscrevam nesse nosso canal, curtam e
ativem o sininho de notificação.
Será um imenso prazer poder estar com todos vocês no nosso
próximo curso!
quinta-feira, 20 de agosto de 2020
terça-feira, 18 de agosto de 2020
segunda-feira, 17 de agosto de 2020
Alimentação cura autismo e TDAH? Mito ou realidade?
terça-feira, 11 de agosto de 2020
Dia do estudante
segunda-feira, 10 de agosto de 2020
quarta-feira, 5 de agosto de 2020
sexta-feira, 31 de julho de 2020
sexta-feira, 24 de julho de 2020
terça-feira, 7 de julho de 2020
segunda-feira, 6 de julho de 2020
sexta-feira, 26 de junho de 2020
quinta-feira, 25 de junho de 2020
Psicologia X Psicanálise - O que todos precisam saber
quinta-feira, 11 de junho de 2020
quarta-feira, 10 de junho de 2020
domingo, 7 de junho de 2020
sexta-feira, 5 de junho de 2020
Polêmica da Erva de São João na cura do autismo
Qualquer dúvida, entrem em contato pelo email.