sexta-feira, 26 de junho de 2020

quinta-feira, 25 de junho de 2020

Psicologia X Psicanálise - O que todos precisam saber

O que todos precisam saber sobre a diferença entre PSICOLOGIA e PSICANÁLISE:

quinta-feira, 11 de junho de 2020

quarta-feira, 10 de junho de 2020

domingo, 7 de junho de 2020

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Polêmica da Erva de São João na cura do autismo



A hiperflorina, substância da erva de São João, cura o autismo?
Antes de mais nada vamos analisar o seguinte:
Os estudos sobre o autismo estão muito dispersos ainda e com muita gente tentando se aproveitar, em cima disso, para lucrar muito.
Há, entretanto, estudos sérios e tratamentos adequados, recuperando quase completamente as crianças, permitindo que tenham seu desenvolvimento normal e sua autonomia igual às demais crianças neurotípicas.
A dificuldade está em se saber quais são os profissionais, de cada uma das áreas ligadas ao autismo, que se mantém em atualização constante, e que, mais que isso, têm conseguido resultados satisfatórios nos seus acompanhamentos.
O que nós fazemos, além dos estudos da neurocognição e da sua prática em sala de aula, é o registro dos tratamentos adotados pelas famílias de nossos alunos, nos últimos vinte e um anos, analisando os resultados em seu comportamento, em sua capacidade cognitiva e em seu desenvolvimento intelectual.
Para não ficar apenas no universo limitado de nosso colégio, mantemos contato com colegas professores de diversas outras escolas por todo o país, coletando os mesmos dados.
Com isso conseguimos ter uma visão prática dos resultados dos tratamentos e, com base nisso, realizamos as nossas orientações.
Os cursos de formação que damos tem como objetivo mostrar, a todos os profissionais de educação, terapeutas e familiares de autistas, o conhecimento generalista mais atualizado em relação ao TEA e indicar os caminhos necessários para as suas respectivas atualizações dentro das suas especializações.
Aos profissionais de educação, já que essa é a nossa especialidade principal, ensinamos as metodologias mais adequadas ao desenvolvimento integral do autista, as técnicas didático-pedagógicas e todas as estratégias de acompanhamento escolar.
Aos terapeutas mostramos a necessária observação multidisciplinar, não só para o diagnóstico, mas, principalmente, para os respectivos tratamentos, com base nessas observações realizadas ao longo de todos esses anos, além das referências aos mais recentes estudos científicos publicados em cada área.
Em nossos vídeos abordamos uma pequena parte de cada vez, normalmente respondendo a uma indagação de alguns pais, de alguns terapeutas e, também, de professores.
Hoje, nosso tema é sobre o uso da hiperflorina, substância da Erva de São João, no tratamento do autismo.
TIPOS DE MEDICAENTOS E TRATAMENTOS
Em primeiro lugar precisamos saber distinguir os tipos de medicamentos, drogas ou substâncias utilizadas nos tratamentos.
Os medicamentos homeopáticos utilizam, em sua formulação, princípios ativos de origem vegetal, mineral e animal, mas seguem uma técnica de preparo chamada de dinamização, que pretende deixá-lo praticamente semelhante às substâncias naturais do organismo humano, com base no princípio de que semelhante cura semelhante.
Não vamos comentar hoje sobre sua eficácia. Vamos apenas dizer que, normalmente, não trazem qualquer efeito colateral.
Os medicamentos alopáticos buscam, por ação química, eliminar, o mais rápido possível, os sintomas da doença, seguindo o princípio dos contrários, trazendo alívio imediato, mas o que não significa, obrigatoriamente, que a causa foi eliminada.
Não vamos comentar sobre sua eficácia hoje. Vamos apenas dizer que, normalmente, produzem efeitos colaterais, mas sempre registrados em suas respectivas bulas. 
Os medicamentos fitoterápicos utilizam, exclusivamente, os princípios ativos das plantas medicinais, de forma semelhante ao dos medicamentos alopáticos e, naturalmente, também trazem efeitos colaterais.
HIPERFLORINA
O uso da hiperflorina tem sido feito pelos princípios da fitoterapia, e ela tem se mostrado eficaz em tratamento de depressão, sintomas de ansiedade e agitação em crianças, sintomas de esquizofrenia e, atualmente, no tratamento do autismo.
A utilização, entretanto, exatamente por ser semelhante aos medicamentos alopáticos, precisam de acompanhamento de um fitoterapeuta, para evitar os efeitos colaterais.
O tratamento mais eficaz, hoje, com a hiperflorina, é feito a partir do extrato seco, e não por meio de chás.
Se for utilizado o chá, praticamente não há efeitos colaterais, mas os resultados não são tão eficazes.
O tratamento com o extrato seco é mais eficaz, mas pode trazer efeitos colaterais e problemas com interações com outros medicamentos e, por isso, necessitam de um profissional médico ou fitoterapeuta, conhecedor profundo de todo o processo, para realizar tal acompanhamento.

MINHA ORIENTAÇÃO
Deixo claro que minhas orientações continuam as mesmas, que são:
Exame clínico completo
Para eliminar a possibilidade de comorbidades paralelas, como problemas de tireiode, por exemplo)
Eliminar parasitas (o trato intestinal do autista está sempre infestado por vermes e protozoários, principalmente pela Cândida Albicans
Analisar os níveis baixos de vitaminas para compensar depois da eliminação dos parasitas
Exame de intolerância alimentar pelo laboratório Great Plains (EUA), para verificar exatamente o que deve ser alterado na dieta, para acabar com a inflamação cerebral causadora dos sintomas
Dieta rigorosamente dentro dos resultados do exame, sob acompanhamento de nutricionista especialista em autismo
Acompanhamento transdisciplinar
Escolarização em ambiente inclusivo real

Qualquer dúvida, entrem em contato pelo email.
Lembro que já temos atendimento online, pela plataforma zoom, com custo bastante reduzido.
E lembro também de ficarem atentos aos nossos cursos online, também pela plataforma zoom, cujo calendário estará publicado em nosso portal a partir desse domingo.
É sempre um prazer poder me dirigir a todos vocês.
Recebam todos um forte abraço!