A Veja de 17 de dezembro traz uma reportagem de Adriana Dias Lopes, na página 100, intitulada "Arma contra um pesadelo". Esse pesadelo chama-se NARCOLEPSIA e é caracterizado pela compulsão ao sono durante o dia.
Muito boa a abordagem que Adriana Dias Lopes fez em relação ao uso da Modafinila (princípio ativo do Stavigile) para combater o sono das pessoas, principalmente quando encerra a matéria recomendando que “se você precisar ficar acordado, o melhor mesmo é recorrer ao café.”
Como se não bastasse o uso excessivo dos Prozacs, Lexotans e outros para substituir a nossa produção natural de endorfina e outros neurotransmissores, agora querem provocar a vigília por meio de mais química, com efeitos colaterais ainda desconhecidos.
Temos em nosso cérebro a melhor fábrica natural de antidepressivos naturais e sempre na medida certa sem qualquer efeito colateral!
Exercícios físicos freqüentes e na medida certa produzem toda a endorfina necessária ao prazer de viver , acompanhado de um verdadeiro analgésico natural.
Reflexões e meditações periódicas harmonizam as produções de todos os neurotransmissores,trazendo calma a todo o organismo.
E são exatamente essas atividades que desenvolvem em nosso cérebro o melhor conjunto anti-depressivo totalmente natural, reduzindo o stress e evitando a narcolepsia.
Fugir dos remédios e tratar nosso corpo com o respeito que ele merece afasta qualquer sintoma que possa estar sendo utilizado pelas multinacionais dos remédios para enriquecerem às custas da fraqueza emocional humana.
Os relatos que tenho recebido de dezenas de professores e psicopedagogos ligados ao nosso Instituto mostra o aparecimento, nas escolas, de um número cada vez maior de crianças e adolescentes já “rotulados” como hiperativos, disléxicos, esquizofrênicos, deficientes cognitivos e narcolépticos. O pior de tudo é que elas já chegam diagnosticadas e medicadas, fazendo uso de altas doses de remédios controlados, cujos efeitos colaterais alcançam, principalmente, a sua capacidade cognitiva.
Todas essas doenças existem de fato, mas o número de pessoas verdadeiramente acometidas é muitas vezes inferior ao número que é diagnosticado! E isso está causando um grande mal à sociedade!
Além dos constantes relatos que recebo dos professores e coordenadores que seguem o Projeto IUPE em uma série de países, recebi, eu mesmo, em nosso colégio sede, em Salvador, crianças diagnosticadas com algumas dessas anomalias e que, ao passarem pelo acompanhamento psicopedagógico não apresentaram qualquer sintoma dessas doenças! Todas apresentaram completa normalidade comportamental e algumas delas (surpreendentemente para os pais, mas não para nós) apresentaram uma capacidade cognitiva muito acima da média, podendo ser consideradas verdadeiras “superdotadas”, ou seja: aquela que apresenta uma elevada capacidade intelecto emocional integral segundo a visão de Gardner.
Exatamente por terem essa elevada capacidade cognitiva não conseguiam suportar as aulas repetitivas e desmotivantes dadas pelo professores tradicionais, que enfocam apenas o aluno normal, sem qualquer preocupação em apresentar desafios à altura dos alunos mais desenvolvidos. Devido a essa desmotivação constante eles desistem de prestar atenção as aulas e precisam ocupar o tempo levantando da carteira, jogando bolinha de papel nos colegas, correndo pela sala, irritando seus colegas e outras coisas mais... Como essas atitudes estão relacionadas nos manuais de TDAH como sintomatologia hiperativa, lá vai mais uma recomendação de Ritalina, 10mg pela manhã e 10mg pela tarde... para combater esse mal que não existe!
Casos semelhantes ocorrem com Gardenal sendo recomendado para crianças que preferem ler a jogar futebol... já que sua preferência pode ser encarada como “querendo se isolar de seus colegas...”
Agora chega mais um: o Stavigile! Para combater um mal que deveria ser encarado como conseqüência de todo um processo estressante a que nossos filhos e alunos estão sendo submetidos...
Parabéns, Adriana, por recomendar café ao invés dos produtos químicos! Melhor desconfiar mesmo dessas drogas miraculosas prometendo maravilhas e enriquecendo as multinacionais dos remédios.
4 comentários:
Consulte o Dirceu Raposo de Melo o queridinho do Chinaglia.
É verdade fale com o Dirceu Raposo de Melo e o Dirceu Barbano eles liberalizam estes entorpecentes às crianças, viciar um ser humano na melhor época de suas vidas. Infância perdida, há modos mais humanos de se tratar com a "dislexia" diagnosticada pela psicopedagoga embotocada com Doutorado na USP. O que falta é mobilização dos docentes, em outras referências que não citarei aqui por respeito ao autor. Mobilizem-se contra a Anvisa pois ela regula a entrada destas porcarias no Brasil. Falem também se o SNGPC fala do tamanho do consumo por idade da ritalina.
A sim, o FDA libera o entorpecente e faz estudos pós comercialização. A Anvisa não ela acha que esta liberação do FDA é para sempre. Aí quando dá uma zebra lá nos EUA, quando chega a notícia aqui no Brasil, a Anvisa se vangloria de tirar o produto entorpecente do mercado. É minha gente é o rabo correndo atrás do cachorro mesmo.
Vamos nos mobilizar para salvar a infância dessas crianças que não pediram para nascer numa casa de pais idiotas e estudar numa escola com psicopedagogas e congêneres que sabem diagnosticar "doenças psiquiátricas", melhor que qualquer profissional da área.
Eu ia escrever um comentário sobre esse assunto e vi, para minha surpreza, que as pessoas já estão conseguindo ver o absurdo que está sendo cometido contra o desenvolvimento das crianças!
Fico feliz com isso, mas precisamos todos estar atentos a cada caso!
Sou professora e psicopedagoga, mas de verdade... Digo isso porque estou ouvindo histórias de psicopedagogos que estão agindo exatamente para tirar toda a responsabilidade da escola e da família, diagnosticando na criança alguma dessas doenças "da moda".
Concordo também com o Professor Roberto quando ele diz que as doenças até existem mesmo, é claro! Mas eu também tenho encontrado muito mais doença fabricada pela mente desses pais e professores incompetentes do que doenças verdadeiras! Nosso papel é alertar aos colegas para que evitem esse crime contra a humanidade e que ao mesmo tempo está trazendo a fortuna das multinacionais do remédio
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